Venda e consumo persistem na Cracolândia

Matérias sobre a Operação Sufoco na Cracolândia foram publicadas no O SÃO PAULO – edição 2884, de 17 de janeiro.

Enquanto o “churrasco da gente diferenciada” acontecia, dia 14, na esquina da rua Helvétia com Alameda Dino Bueno, acontecia sob a vigilância da Polícia Militar, na rua Barão de Piracicaba, o comércio de drogas a céu aberto. Cerca de 200 pessoas negociavam pedras de crack, ouvia-se o preço: 5 reais, 10 reais.

De dentro do ‘fumacê’, um jovem atravessou a rua e veio ao encontro da  reportagem do O SÃO PAULO, a quem tentou vender um celular por dez reais, insistiu e argumentou: “Tô precisando  de uma pedra, é dez, compra aí”, o preço caiu para 5. Diante das negativas, o jovem recorreu a um casal morador da região, que observava, com uma  criança, a movimentação.  A mulher tirou do bolso três notas de dois reais. O  celular foi vendido e o “barato” garantido.

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