Construção coletiva de políticas públicas para uma comunicação mais democrática e plural. Um exercício de cidadania.
Os trabalhos do segundo dia da Confecom – 1° Conferência Paulista de Comunicação foram retomados, neste sábado (21/11), no auditório Juscelino Kubistchek, da Assembléia Legislativa do estado de São Paulo. Estavam presentes representantes das conferências municipais de todo o estado, da sociedade civil empresarial e não empresarial, bem como o poder público, representados pelos deputados: Rui Falcão, Emir Chedid, Simon Pedro e Luiza Erundina, estiveram presentes também, o vereador José Américo e o senhor Marcelo Bechara, presidente da Conferência Nacional de Comunicação.
Antes dos GTs – Grupos de Trabalhos, onde foram deliberadas as propostas para a etapa nacional da Conferência de Comunicação, os participantes acompanharam painéis contextuais. O primeiro sobre os Princípios da Comunicação, contou com a assessoria de Lurdinha Rodrigues (sociedade civil não empresarial), Joaquim Palhares (sociedade civil empresarial) e o professor Laurindo Leal Filho (poder público).
Durante sua explanação, Joaquim Palhares, idealizador da revista Carta Maior, afirmou que o Brasil precisa construir um conjunto de políticas públicas de comunicação, que sejam compatíveis à 5° economia do mundo e apresentou exemplos de políticas públicas de comunicação pelo mundo, que contribuem para a democratização de seus países, como a Lei de Rádio Difusão da Argentina, a regulação de conteúdo – “ombudsman público” – no Uruguai e a Lei Resort na Venezuela.
Por volta das 12h30, foram realizados três painéis simultâneos sobre cada um dos eixos que norteiam todo o processo da Confecom: Produção de Conteúdo, Meios de Distribuição e Cidadania: Direitos e Deveres. Depois dos painéis, os GTs reuniram-se por mais de cinco horas para o debate e a sistematização das propostas de políticas públicas para a comunicação no Brasil, que serão apresentadas na Plenária Final, que acontecerá neste domingo (22/11), às 13h.
Segundo o Regimento Interno da 1° Confecom, apenas as moções poderão serão votadas, já as propostas construídas, tanto nas conferências municipais, quanto na estadual, serão encaminhadas para a Conferência Nacional, que será realizada em Brasília de 14 a 17 de dezembro de 2009.
A Conferência de São Paulo, encerra seus trabalhos com a eleição e homologação dos delegados à 1° Confecom Nacional e Plenária para a apresentação de propostas e aprovação de moções.







A decisão da UNIBAN, de expulsar a estudante de turismo, Geisy Arruda, de 20 anos causou indignação entre os intelectuais, movimentos feministas e estudantes. A universidade tem dez dias úteis, a partir desta terça-feira, para explicar ao MEC – Ministério da Educação, o motivo da expulsão da aluna Geisy Arruda, após o episódio em que ela foi humilhada por outros alunos por usar um vestido curto.
Muito se falou do “Caso Uniban”, da estudante universitária Geisy Arruda, 20 anos, aquela de “fenótipo tipicamente brasileiro”. Programas de TV, blogs, redes sociais e jornais impressos fizeram seus comentários, muitos bem machistas, a meu gosto. Navegando pela rede encontrei este blog – Maça Podres e partilho a visão destas
Os moradores da região de Perus, Anhaguera, Cajamar e Santana do Parnaíba, farão uma manifestação no próximo dia 07, contra os pedágios instalados na região, que estão a menos de 35km (raio), a partir do marco zero da cidade de São Paulo. Segundo o Movimento Social Perus – Anhaguera, Santana do Parnaíba – Cajamar os pedágios são ilegais porque não cumprem a Lei Estadual nº 2481/53, ainda em vigor e reforçam que na Grande São Paulo, há 12 pedágios que estão a menos de 35 km da Praça da Sé (Rodoanel, Anhanguera e Castelo Branco).
