Criada associação para jornalistas com e sem diploma

Antonio Vieira, presidente da ABJ e Aline Brazão Vice-presidente
Antonio Vieira, presidente da ABJ e Aline Brazão Vice-presidente

Segundo os sites Comunique-se  e Farol Comunitário, o Movimento em Defesa dos Jornalistas Sem Diploma fundou no último dia 26, em Brasília, a Associação Brasileira dos Jornalistas (ABJ), que pretende filiar jornalistas diplomados ou sem formação superior na área.

A Associação é presidida por Antonio Vieira, formado em administração de empresas, com especialização em matemática financeira, mas que trabalha como jornalista há 20 anos. “Já tínhamos articulações pelo fim do diploma e com a decisão do STF decidimos institucionalizar a criação da ABJ, que será aberta a formados e não formados em jornalismo, porque sempre fomos discriminados pela Fenaj”, explica Vieira.

Com 43 membros eleitos em Assembleia, a associação terá representatividade em todo o território nacional, conta com sócios beneméritos e 300 associados, entre diplomados e não diplomados.

Os interessados em informações sobre a nova associação devem enviar um e-mail para abj.net@gmail.com.

Diálogo com os afro-descentes, uma tentativa de reparar a história

Casa de Candomblé recebe católicos em Porto Velho - RO
Casa de Candomblé recebe católicos em Porto Velho - RO

O diálogo interreligioso é uma das características das CEBs na América Latina. Como prática desta postura, o 12º Interecesial incluiu em sua programação uma visita dos participantes à casa de candomblé Ile Ase Ogun Dajulekan, na cidade de Porto Velho.

A visita aconteceu na quinta-feira, no dia dedicado à missão. Cheia de cor e axé, o babalorixá Hilton Veiga Monteiro recebeu aproximadamente 150 delegados do Intereclesial dispostos a conhecer o outro, ouvir e aprender com as práticas e espiritualidades locais. Tiveram ainda a oportunidade de aprofundar e adquirir novos conhecimentos, tirar dúvidas e mitos que alimentam o pré-conceito em relação às religiões afro-descentes.

O pai de santo Hilton da casa Ile Ase Ogun Dajulekanque, acolheu os delegados com uma palestra sobre a origem do candomblé e respondeu às perguntas dos visitantes. Afirmou que o candomblé desde sempre defendeu o meio ambiente, por considerar que os orixás estão presentes nos quatro elementos da natureza (água, fogo, terra e ar). Quando questionado sobre a importância do 12° Intereclesial das CEBs, pai Hilton foi claro: “precisamos de união e este é um momento de união, de um só grito pela ecologia, pela natureza”. Hilton está no candomblé há 52 anos e há nove é pai de santo.

Em entrevista revelou que a população brasileira desconhece as religiões e essa falta de conhecimento gera o pré-conceito. Ele se colocou à disposição para esclarecer aspectos da cultura. Maria Aparecida, delegada amazonense da Prelazia de Lábrea estava presente na missão. Para ela “a Igreja está aceitando a realidade do povo, ela deve defender e valorizar o negro e sua cultura”, afirmou. Disse ainda ver a CEBs como a uma porta de acolhida dos irmãos de religião afro-descendente para a Igreja Católica.

Para as visitas missionárias os delegados foram divididos em 11 grupos que se deslocaram para comunidades de povos indígenas, agrícolas, extrativistas, ribeirinhas, comunidades de ocupação, Casas de detenção, hospitais, Casa do Menor, bairros da periferia de Porto Velho, Casa de pessoas com deficiência e Casa de Recuperação de pessoas com dependência química.

Rio Madeira acolhe o grito das CEBs

à exemplo dos mártires, o caminho pela frente
à exemplo dos mártires, o caminho pela frente

Acorda América chegou a hora de levantar”. Sob este grito, na tarde do segundo dia do 12° Intereclesial das CEBs, os participantes caminharam em memória dos mártires. O local do encontro é conhecido como o ponto de bate estaca, à 3km de uma das primeiras comunidades católicas de Porto Velho.

A caminhada dos mártires, organizada pelos setores regionais Norte I e II foi um momento de retomar a história de lutas dos mártires como Ir. Dorothy, Santo Dias, padre Ezequiel Ramin, dom Oscar Romero, padre Josimo, Chico Mendes, Ivair Higino, dom Helder Câmara, João Canuto, Ir. Maristela entre tantos outros.

Os delegados percorreram os três quilômetros de estrada de terra, passando por famílias ribeirinhas, pelo Cemitério Santo Antônio e pela mata. Tudo isso, em pouco tempo, poderá ser alagado pelo lago formado pela barragem da usina hidrelétrica de Santo Antonio.

Durante a caminhada, um caminhão com trabalhadores locais, observava os peregrinos das CEBs. Segundo um dos trabalhadores que não quis se identificar, eles estavam ali há duas semanas refazendo as calçadas, o jardim que lájea a rua e cemitério, só para acolher o 12° Intereclesial. As obras estão inacabadas, o que se vê são pedras por todos os lados.

Jaime C. Patias | Caminhando até a construção da usina hidrelétrica de Santo Antonio
Jaime C. Patias | Caminhando até a construção da usina hidrelétrica de Santo Antonio

Mas o caminho não era só de pedras, havia também cansaço e calor. O céu estava azul e ao horizonte podia-se observar o Rio Madeira já rodeado de máquinas, homens e mulheres num grande canteiro de obras. Ouve-se um estrondo e uma nuvem de poeira subiu ao céu: era mais uma explosão para remover as rochas na construção da usina que não para.

Sob a brisa do rio e o pôr-do-sol no Madeira, aconteceu o momento da “Reconciliação: entre Deus, a humanidade e o cosmo”, o rito da água e a Proclamação das Bem Aventuranças. Um momento histórico na vida dos representantes das mais de 272 dioceses espalhadas por todo o Brasil, momento de testemunhar in loco o descaso do homem para com a natureza. “Eu fico triste com a ação dos nossos políticos, eles são os grandes responsáveis por estas decisões”, afirmou José Maciel, delegado da diocese de São José dos Campos, do Regional Sul 1, ao se referir à construção da usina hidrelétrica de Santo Antonio,.  “A gente percebe que além da devastação, esta obra vai empobrecer a comunidade local”, arrematou.

Para a cearense Maria Aparecida de Alcântara, que veio de Capuí, o dia foi marcante. “Nós de todo o Brasil temos gritos semelhantes, podemos fazer um paralelo e refletir sobre as lutas aqui na Amazônia, a gente fala do pulmão da Amazônia e sabemos que a nossa parcela de culpa é grande. Com essa caminhada dos mártires nós fazemos o fechamento do dia lindo, a natureza favorece e faz deste momento, um momento muito especial”, disse.

A chuva apareceu durante a Proclamação da Palavra, mas não abalou os peregrinos que se mantiveram firmes até o final da celebração penitencial.

Povos indígenas são protagonistas no 12° Intereclesial das CEBs

A Praça Madeira Mamoré, em Porto Velho, foi o palco da abertura do 12° Intereclesial de CEBS, ontem (21/07).

Jaime C. Patias | Delegados na Praça Madeira Mamoré
Jaime C. Patias | Delegados na Praça Madeira Mamoré

Participam do Intereclesial representantes das comunidades eclesiais de base, engajados em movimentos sociais, em defesa da vida e da ecologia. Os Povos Indígenas também marcam presença no Intereclesial. “Acreditamos que unidos às CEBs estaremos mais fortalecidos. Viemos mostrar que nós existimos e resistimos, que nós somos a Amazônia, que nós somos o Brasil”, afirmou Maria Eva, do povo Kanoé, uma das lideranças indígenas de Guajaramirim, que fica há cerca de 300kilometros de Rondônia, na fronteira com a Bolívia.

Além do povo Kanoé, outros 37 povos articulados pelo CIMI – Conselho Indianista Missionário, se reuniram no dia 20/07, na Escola Municipal São Miguel, em Porto Velho, para divulgar a Campanha Povos Indígenas na Amazônia – Presente e Futuro da Humanidade. A Campanha foi lançada em Belém do Pará durante o Fórum Social Mundial e agora está em fase de divulgação, com um direcionamento mais político, enfrentando temas como o Estatuto dos povos Indígenas, mudanças em relação à estrutura pública e de saúde indígena.

Jorge Custódio| Eva Canoé
Jorge Custódio| Eva Canoé

Segundo seus organizadores, o objetivo da Campanha é sensibilizar a sociedade sobre a realidade sócio-ambiental e a experiência histórica dos povos indígenas e das comunidades tradicionais. Denunciar as ameaças à vida dos povos da Amazônia, fortalecer e garantir os direitos territoriais e exigir a proteção da vida dos povos indígenas às autoridades competentes. Para Aroldo Pinto do Espírito Santos, uma das lideranças em Porto Velho, que defende os povos indígenas, o Intereclesial é um importante evento. “Precisamos mostrar a resistência diante destes grandes projetos, como o PAC, que estão aterrorizando, destruindo e desmatando. As principais vítimas são os povos indígenas. Esse é um espaço para mostrar seu grito e clamar por justiça”. Segundo Masson Norman Reis, do CIMI,  já estão reunidos em Porto Velho os povos Anara, Cujubim, Tupari, Makurape, Nambikuara, Karitiana, Oro Warian Xijein, Xerente, Rikbaktsa, Kanoé, Munduruku, Oro Mon, Arap’um, Guarani, Pataxó, Jaboti (Djorometdi), Arikapu, Kulina, Oro Waje, Bororo, Cassupá, Kaxinawa, Wapixana, Terena eTupinambá, das regiões do Mato Grosso, Pará, Tocantins, Acre, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Roraima e Rondônia.

A Cerimôniade abertura foi também marcada pelos presença e pelo clamor dos povos indígenas, que se juntaram ao grito dos povos ribeirinhos, dos seringueiros, quilombolas e migrantes de todo o Brasil, que lutam por vida, justiça e respeito por suas escolhas, opções de vida e autonomia.

As CEBs tem papel fundamental nesta luta, respeita a diversidade cultural e religiosa destes povos da Amazônia e se une para conquistar os direitos já garantidos pela Constituição Federal e mais do que isso, pelo Criador.

** Estou em Porto Velho- RO como delegada da Região Episcopal Brasilândia, da Arquidiocese de São Paulo, Regional Sul 1 e como correspondente da Revista Missões.

A Amazônia acolhe as CEBs do Brasil

DSC00057Porto Velho – RO  está de cara nova, isto porque desde a última sexta-feira, centenas de pessoas de todo o Brasil, chegam à cidade para participar do 12° Intereclesial de CEBs, que acontecerá de 21 a 25 de julho próximo e trabalhará com o tema: Ecologia e Missão, Do Ventre da Terra, o Grito que Vem da Amazônia. Os participantes deste evento, são representantes/delegados de mais de 100 mil comunidades, cerca de 272 dioceses brasileiras. Chegam à cidade aquecendo os aeroportos, rios e estradas, a economia e a vida dos cerca de 1200 voluntários que estão envolvidos na infra-estrutura e logística do evento, bem como a vida das mais de três mil famílias que estão acolhendo gratuitamente todos os participantes, que somam cerca de também três mil pessoas.

DSC00069Dentre eles estão 94 representantes dos povos indígenas, 61 estrangeiros, 53 bispos, 35 convidados, 97 assessores e 32 jornalistas. Antonio da Conceição Lopes, 39 anos é um dos 170 delegados de Manaus – AM. Desembarcou hoje no Aeroporto Internacional de Porto Velho Governador Jorge Teixeira de Oliveira, por volta das 13h e falou sobre sua expectativa quanto ao 12° Intereclesial. “Espero aprender muito aqui, discutir sobre questões ecológicas, repensar a Amazônia e levar um pouco para a minha comunidade e para a minha diocese”. Assim como Antonio, as outras dioceses se organizaram para participar deste grande momento das CEBs no Brasil, são cerca de 60 ônibus que vem dos diversos rincões, aviões e barcos que trazem homens e mulheres que gritam junto com a Amazônia.

Esta é a 12° edição, que de quatro em quatro anos, reúne os representantes das comunidades eclesiais de todo o Brasil, para refletir a postura do cristão diante da duras realidades cotidianas e específicas de cada local e ainda suscita a espiritualidade, a corresponsabilidade de cada um em defesa da vida, da ecologia, por meio de ações práticas. “Possa o 12° Intereclesial de Porto Velho ser um ponto de convergência para o exercício de uma cidadania solidária e corresponsável, em prol de uma nova ordem, uma nova civilização e uma nova Amazônia”, afirmou dom Moacyr Grenchi, arcebispo de Porto Velho.

A cerimônia de abertura acontecerá amanhã, 21/07, na Praça Madeira Mamoré, às 19h. Estarão presentes os três mil delegados, assim como as equipes de voluntários. No total, segundo a secretaria do evento, espera-se cerca de sete mil pessoas na abertura.

Paulo Pimenta pede audiência para discutir diploma de jornalismo

 
”A resposta da sociedade e as mobilizações que vêm ocorrendo em todo o Brasil demonstram o equívoco da decisão da Suprema Corte. O conceito de liberdade de expressão foi confundido, por isso queremos debater novas possibilidades para que se restabeleça a obrigatoriedade do diploma e a regulamentação da profissão de jornalista”, afirmou Pimenta.O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), autor de uma Proposta de Emenda à Constituição que pede a volta da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, encaminhou um pedido de audiência com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes. Ainda não foi definida a data do encontro.

Pimenta também compõe a Frente Parlamentar que está sendo formada pela deputada Rececca Garcia (PP-AM).

Frente Parlamentar

Em prol da volta da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, a deputada federal Rebecca Garcia (PP-AM) propôs a instalação de uma Frente Parlamentar para debater a questão. São necessárias 198 assinaturas e, até o momento, foram recolhidas cerca de 70. A expectativa é que a Frente comece a funcionar no início de agosto. Atualmente existem duas Propostas de Emenda à Constituição e um Projeto de Lei em tramitação no Congresso que abordam a questão do diploma. Rebecca explica que a Frente pode servir para acelerar o processo de aprovação, mas a principal função é manter o tema em evidência.

A iniciativa tem apoio do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), que, em audiência com deputados e representantes da sociedade civil no dia oito de julho, afirmou ser favorável a sua instalação e prometeu agilizar a tramitação da PEC dos jornalistas. Além disso, prometeu instalar uma comissão parlamentar para discutir a questão do diploma.

Fonte: Comunique-se

Cânios, Araucárias, comida boa e sorrisos, esta é Cambará do Sul

Cânion Fortaleza
Cânion Fortaleza

Cambará do Sul está localizada na região nordeste do Rio Grande do Sul, próximo à fronteira de Santa Catarina. Possui, segundo dados do IBGE (censo de 2000), 6840 habitantes. Até 1963, data da fundação da cidade, pertencia ao Munípio de São Francisco de Paula.

Cambará foi cenário de muitas novelas e minisséries que contam a história do povo gaúcho, como Memorial de Maria Moura e a Casa das Setes Mulheres. Este cenário é um espetáculo e se completa com a hospitalidade com que os turistas são recebidos.

A serração é um espetáculo à parte, você perde seu olhar, apenas sente o ar úmido da cidade, que parece limpar o pulmão de paulistas como eu. A respiração se completa e o corpo agradece o ar puro.

Os Cânions são os grandes atrativos da cidade, o Cânion Fortaleza, este gigante é um templo de paz, contato com a natureza e com o divino. Impossível descrever a sensação. A dica para quem for à Cambará e quiser conhecer as maravilhas do Parque Nacional da Serra Geral precisa estar atento á metereologia. Se chover, desista do passeio, a estrada que leva até ao parque é de terra, com pedras e buracos (aproximadamente 28 kilometros). Mas nada disso tira o charme deste passeio por entre as Araucárias.

comida
Galpão Costaneira

Diante do Cânion e das cachoerinhas, da Pedra do Segredo, do sol e do frio, Cambará se apresenta como um dos santuários naturais do Brasil, pena, contudo, que poucos a conheçam. Hora de investimento e incentivo ao turismo ecológico. Em Cambará há inúmeras pousadas, aconchegantes e com um café-da-manhã que dá energia para a aventura do dia e para a hora do almoço, nada melhor do que uma comidinha típica e uma boa compania resgatando as histórias deste lugar tão especial.

Fiquei na Pousada Pôr do Sol e saboreei as delícias do Galpão Costaneira, que fica pertinho da Pousada. Vale a pena conferir o buffet e o espaço bem típico dos gaúchos tchê.

Na hora de descer a serra, cuidado com a serração na estrada, vale a pena optar pela estrada que corta Gramado e Canela, uma parada para um  chocolate quente, um café colonial, que é simplesmente uma torre de babel gastronômica, com uma variedade incrível de doces, salgados e vinhos.

Senadores pedem afastamento de Sarney

Depois de terem seus apelos por um afastamento rejeitados pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), senadores pediram em plenário nesta terça-feira pela primeira vez que o peemedebista renuncie ao cargo. Eleito em fevereiro, Sarney enfrenta crescentes denúncias de supostas irregularidades na administração do Senado e outras fraudes, como o desvio de recursos da Petrobras pela Fundação José Sarney. Ele nega ter responsabilidade sobre os casos.

“Chegamos ao limite do mínimo da responsabilidade que nós podemos ter”, declarou o senador Pedro Simon (PMDB-RS) durante a sessão da Casa, a qual não estava sendo presidida por Sarney. “Eu digo com a maior tristeza, com a maior mágoa: nessa altura, não adianta o presidente Sarney se licenciar. Ele tem que renunciar à presidência do Senado”, acrescentou. Simon recebeu o apoio de alguns colegas.

“Se isso demorar mais, já não vai se tratar mais de renúncia, e sim de cassação de mandato”, destacou por exemplo o senador Cristovam Buarque (PDT-DF). “O presidente Sarney está caminhando numa direção que é ruim para ele, que é ruim para nós, que é ruim para o Senado. Eu acho que hoje é um ato de necessidade ele perceber que continuar na presidência desta Casa é negativo para a Casa, é negativo para o processo republicano”, complementou Buarque.

O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), apresentou nova denúncia contra Sarney, dizendo que o presidente do Senado mentiu ao dizer que não tinha responsabilidade pela fundação que leva seu nome. O tucano lembrou que o ex-senador Luiz Estevão teve o mandato cassado porque mentiu aos colegas.

(Reportagem de Fernando Exman)

Um casamento ideal, irreal, plural…um casamento

Que entrem os Noivos!

De Eduardo Delazeri

Um dia o místico e o revolucionário se encontram em um ponto da história, que é na ante-sala do poder, e travaram o seguinte dialogo.

 Místico: vocês revolucionários são muito voltado para fora, até parece que estão fugindo de si.

 Revolucionário: Vocês místicos é que são voltados para dentro, até parece que estão fugindo do mundo.

 Místico: que bom seria se a gente pude-se casar a mística e a revolução.

 Revolucionário: É verdade eu até acho que está mistura daria liga.

 Místico: Já estou imaginado a cena, a Mística vira vestida de vida e a Revolução viria vestida de história. Os padrinhos…. já sei podem ser os movimentos sociais.

Revolucionário: Isso mesmo, e os convidados: serão os últimos, para ao menos uma vez o mais simples seja visto como o mais importante. Vamos chamar as putas, aos gays, miseráveis que moram nas ruas, os cantadores de lixo, os aidéticos e toda a turma deles.

Místico: Pois que comece o casamento. Mas não será realizado em nenhuma Igreja, de nenhuma religião, vamos celebrá-lo na catedral da vida, para ser mais real. Que entre os noivos.

Revolucionário: Nós viemos aqui para beber ou para conversar?

Místico: (que é meio quietão, faz pausa. Só olha nos olhos dele.

Revolucionário: (num estalo percebe. Pega na mão do místico e comenta) Já sei. Nós viemos foi para amar não é?

Místico: É. Então é bom tirar os sapatos, assim a gente caminha descalço, pois essa terra que pisamos é sagrada. 

Revolucionário: Não vamos tirar a roupa toda. Afinal, foi assim que nascemos.

A mística e a revolução tiveram então um filho, que não pôde ser batizado nem ter nome: chamou-se simplesmente homem-novo, embora fosse mulher.

Gripe AH1N1 avança no Rio Grande do Sul

Da OCLACC – Organización Católica Latinoamericana y Caribeña de Comunicación

Porto Alegre, Brasil, 5 de julio (OCLACC).- Las autoridades civiles y de salud del Estado de Rio Grande do Sul expresan su preocupación por el avance creciente de nuevos casos de la Gripe AH1N1, llamada como gripe porcina. Según recientes informaciones, en la ciudad de Porto Alegre, la capital del Estado Gaúcho se han reportado alrededor de 10 a 20 casos por día en la última semana. Los puestos fronterizos con Argentina y Uruguay, están en alerta, lo cual se refleja en los reportes de prensa.

Uno de los titulares expresa de manera alarmada que el “gobierno Gaúcho admite que no hay más cómo contener la epidemia de gripe porcina (“GOVERNO GAÚCHO ADMITE QUE NÃO HÁ MAIS COMO CONTER EPIDEMIA DA GRIPE SUÍNA). La prefectura de la ciudad de SANTA MARIA, en el Estado de Rio Grande do Sul, cercana a Porto Alegre, decidió suspender la Quinta Feria de Economía Solidaria del Mercosur, que debería realizarse del 10 al 12 de julio, por el temor al avance de la gripe porcina.

De igual manera las autoridades decidieron cancelar la realización de la 16ª Feria Estadual de Cooperativismo (Feicop). La resolución de suspender los eventos surgió de la prefectura, después de recibir las recomendaciones técnicas de los órganos de salud, que señalan que las Ferias pueden ser hipotéticas puertas de entrada de la gripe A. El viernes último, 3 de julio, los representantes de la Vigilancia en Salud, Defensa Civil, 4ª Coordinación Regional de Salud (4ª CRS), procuraduría del municipio, el prefecto de Santa María en ejercicio, José Farret, y otros órganos de salud se reunieron en el Ministerio Público Estadual para discutir la realización de los dos eventos, y por unanimidad decidieron recomendar a la prefectura el cancelamiento de las ferias.

Esta situación hizo también que el comité organizador del Mutirao Latinoamericano y Caribeño de Comunicación analice detenidamente conjuntamente con las autoridades civiles y de salud de Porto Alegre sobre la conveniencia o no de realizar el evento continental de la comunicación. Este lunes a primera hora se hará pública la decisión.

Organización Católica Latinoamericana y Caribeña de Comunicación Alpallana E6-114 y Whimper, Quito-Ecuador, Apartado Postal: 17-21-178 Fax: (00593-2) 2226839 Teléfono: (00593-2) 2501654 http://www.oclacc.org